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O Rei de Roma

Meu beijo mata.
Corpos pelo chão.
Caiam aos meus pés,
Subam pelo meu corpo
E entrem no meu coração.
Nem raiva nem rancor.
Afasta-te,
Pois meu beijo salva.
Minha coroa sangra
Com o sangue do meu coração.
Onde está quem não me quer?
Pois é esta quem eu quero.
O meu beijo fere,
Porém lava as feridas.
Não te escondas do meu brilho
Que nasce na alvorada.
Vem e beijas o meu beijo.
Meu poder é teu também.
O meu reino é você.
O meu beijo quer te ter.

Comentários

~ * Tai * ~ disse…
Mesmo sem ter o que comentar...

a profundeza desse seu poema é explêndida!
como diz wemo: "Essa foi simplesmente poética" rsrs

bjoosss
Anônimo disse…
Pois é... como eu mesmo disse e repito...

"Essa foi simplesmente poética!"

Muito boa mesmo essa... =)

Abraço!
Isaque Bressy disse…
Obrigado Tai!
Até eu mesmo me surpreendi com esta poesia (como havia falado contigo).
Acho que o jeito que o amor é tratado nesta poesia é forte e superior como nenhum mortal conseguiria expressar...

Obrigado mais uma vez!
Beijão
Isaque Bressy disse…
Valeu, Wemo!
Esta poesia acho que escrevi em 2003.
Vou tentar escrever cada vez melhor!

Obrigado pela força!
Abraço