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Mostrando postagens com o rótulo Desejo

Jóia real

Admirado com tua beleza Que brilha com tal leveza Pela qual me apaixonei No momento em que te vi Eu me sinto como um rei Que em toda sua nobreza E com toda sua riqueza Te almeja. Só a ti. Jóia de grande pureza Que inspira a realeza E que dita sua lei Fascinando-o para si Minha vida, eu te dei És agora minh'alteza Sempre foste, em mim, fraqueza Nunca vou te desistir.

Na ponta da língua

Teu sabor me lambe a alma. Teu desejo me aquece. Tua pele me acalma. Teu carinho me enlouquece. Tuas curvas, saliente, Faz-me ser assim maior. Te conheço em minha mente. O teu ser, já sei de cor. Te descubro pelo aroma Que nenhum outro parece. Eu já falo teu idioma E minha língua já conheces. Tua pele, degustante, Te debuto em nosso baile. Em leitura abundante Como o toque do teu braille. Doravante, não te largo, Minha rosa, minha flor. Te estudo. Eu te argo. Te decoro, meu amor.

Desposar-te

Meu amor, meu encanto. Te amo de um jeito que não achava que pudesse amar alguém. Te amo muito. Te amo tanto. Te amo em dez elevado a cem. Eu te preciso. Eu te desejo. Já não consigo viver sem você Já não consigo estar sem teus beijos Já não consigo ficar sem te ter Nunca te esqueças da minha paixão É teu meu amor o quanto quiser Quero tua vida. Quero tua mão. Quero que tu sejas a minha mulher.

Pedido pedido

Ontem, eu te conheci E me casei com você Mas, só hoje, percebi Que sem ti não sei viver É tão forte esta paixão Que no peito, me esquenta Já te dei meu coração E contigo, ele aumenta Minha esposa, meu amor, Quero tanto o teu carinho Já não sinto mais a dor De, sem ti, estar sozinho No relógio, sinto a espera Para poder contigo estar O coração já desespera Com o tempo a demorar Você é meu complemento A tampinha que preciso Quero-te a todo momento Ó razão do meu sorriso Tanto tempo já passou Mas agora já te avisto A corrida começou Tudo parece previsto Minha vida é mais bonita Tudo parece mais belo Nossa história estava escrita Em um mundo paralelo Fico assim, admirado Tudo agora faz sentido Estou tão apaixonado Que atrasei o meu pedido Vou entrar nesta corrida Não posso mais esperar Eu te quero em minha vida Você quer me namorar?

Esculpida

Em tuas curvas, eu fraquejo Em tua carne, lanço beijo Alucinando-me, num lampejo Alimentando o meu desejo Perto de ti, não tenho medo Não tenho máscara e nem segredo Só tua pele é o meu enredo Como criança com seu brinquedo Por ti passeio com meu amor E pressiono-te com meu calor As mãos modelam com tal furor Da tua argila, sou escultor

Culpada

Tu és culpada Por minha felicidade Por sentir com mais verdade Por sorrir com mais vontade Mais alegre é minha risada Estou vivendo em outra idade Conhecendo outra cidade Te querendo com saudade Te sonhando em madrugada Quando os olhos fecham tarde E o calor, no peito, arde Apertando sem piedade Ó minha doce namorada Este amor é novidade Mas teu cheiro já me invade E me toma em liberdade Eu te quero, minha amada

E Daí?

Mas eu sou teu irmão! E Daí? Onde estava então que não te vi? Segurei tua mão. Te segui até aqui. Mas se for só impressão? E Daí? Eu não quero dizer não para o que senti! Se isto tudo é ilusão, deixe-me iludir! Não consigo explicação! E Daí? Te sentir o coração me faz sorrir! Em meio a essa escuridão, és meu luzir! É verdade! Tens razão! E Daí? Esta é nossa opção. Traçaremos o que há por vir! Temos nossa solução. Vamos já nos divertir!

Singela donzela

O teu olhar brilhante Me agarra, cativante Me esmaga, tão singelo Que no fundo do meu ser Meu sonhar, tão triunfante Trava comigo um duelo Pra saber quem vai te ter Eu te vejo radiante Uma visão tão excitante Um sorriso assim, tão belo Que me afoga, sem querer Mesmo que, de tão distante Lá da torre do castelo Meu olhar não a possa ver Eu te quero neste instante Ó donzela fascinante Por tão quanto já te velo Tento tanto te entender Ao olhar-me, cintilante Nos meus lábios, já te selo Hoje, eu quero te viver

Para sempre teu

Parecia ser somente um garoto Que não gostava de viver Pois a vida não lhe sorria. Pensava ser um mero aborto, Talvez um erro que veio a nascer. Então... Viver, à pena, não valia. Fez-se então um homem roto, Com seu rosto a esconder Por trás de uma máscara sombria. Caminhava então tão torto, Quando uma luz veio a aparecer Em sua vida tão vazia. No início, um conforto Que fez seu peito aquecer. Era tudo o que queria. Foi tirado do fundo do esgoto E assim lavou todo seu ser. Porém, ainda assim, ele fedia. Encontrou nesta, seu cais de porto E tudo o que pôde oferecer Arrancou em agonia. Para ela então fez-se absorto Mas esta, nunca a responder, O acordou da fantasia. Descobriu assim que estava morto Pois, em seu peito, a bater Um coração não mais havia.

A Lágrima

Se olhares bem no fundo dos meus olhos, Poderás ver meu espelho, minha lágrima. Que flutua na solidão do meu ser Desejosa por molhar tua boca lágrima. Solitária, ela espera muito tempo Uma hora, duas, dez... quiçá lágrima. Porém vale esperar para te ver. Só de olhar dentro de ti, meu olho lágrima. Não te posso enxergar tão bem assim. Mas também não é tão mal. É meio lágrima. Já passaste. Foi tão rápido. Nem te vi. Lá se foi mais uma vez. Digo: Que lágrima!

Mais um centímetro

Estás mais perto Porém, ainda assim, muito longe Como o distante final de um deserto Ou como o meditar de um sábio monge Estás, agora, sim, mais perto Mas, ainda assim, não te vejo Meu abraço ainda está aqui aberto Minha boca permanece sem teu beijo Estás sim, amor, mais perto Mas ainda não posso te alcançar E, apesar de não saber se isto é bem certo, Continuo sonhando em poder te tocar Estás sim, amor, aqui, bem mais perto Porém nunca ficas em meu perímetro O nosso destino parece tão incerto Por isso, te peço: Só mais um centímetro

Diga Não

Diga não, se não me quer. Diga não! Mas não me deixe, na ilusão, a te querer. Na solidão, a te esperar no amanhecer. Diga não, ó mulher. Diga não! Que eu não me queixe da paixão que vou perder. Nesta prisão que sinto, longe de você.

Junção

Dispo-te E és minha Totalmente minha Beijo-te E sinto o teu salivar Que me serve de néctar Lambo-te E saboreio o teu suor Que se mistura com o meu Cheiro-te E aprecio muito o teu perfume, Fazendo-me querer-te mais e mais Olho-te E me enxergo em teu lindo olhar E tua alma e a minha se desejam ardentemente Toco-te E passeio em tua longa linda estrada, Saboreando a sensação que o calor da tua pele me proporciona E com este ritual Que nos une, prazerosos, Nós dois somos um só!

Olhos Negros

Puseste batom nos olhos E os meus assim te beijam Tão distante que te cheiro Com meus olhos no teu breu Teu olhar me fala sério Te escuto, sussurrante Tu me queimas, deslumbrante Me convidas a te querer E penetras-me em essência Com teus olhos cativantes Tão direta como o sol Radiante como a lua É difícil te encarar Sem sentir a emoção De fitar teus olhos negros E, em transe, cobiçar-te Puseste batom nos olhos Mas não posso te beijar Quero tanto o teu olhar Fecho os olhos. Te imagino!

Ausência de vida

O que fazer da vida se ela não me quer? Deixar de vivê-la? Deixar de querê-la? Talvez desistir não seja a solução Talvez porém não haja solução alguma Tenho fôlego, mas me falta ar Tenho sede, mas tem sal no mar Onde sinto tanta vontade de me atirar Mas também sinto muito medo de me afogar Será que esperar é o certo? Ou deveria portanto viver? Estou um pouco desanimado Não sei se consigo mais respirar Tenho braços, mas nadar me cansa Estou vazio, mas ainda tenho esperança Quando viajo por sua lembrança Mas fico sozinho, pois minha mão não te alcança

Coraticum

Ausenta-me doses Que me leve a tal sorrir, Que me clareie a essência E que me torne alvo Para, de claro, o sentir expor, Confiante estar ao ponto De repelir tal sofrimento Que me sufoca, aprisionado, Para então poder gritar Sem esta corda no pescoço. Ao menos umas gotas Que me fizesse te encarar, Apreciar-te as lindas meninas, Confrontar-me a incerteza, Despir-me assim d'armadura E te abrir então a guarda Para mostrar-me realmente, Sem personas, nem figuras. Tu verias meus desejos, Saberias dos meus medos. Oh, líquido reluzente, Mata-me a sede agora. Livrar-me-ia então desta dor, Gritaria então aos quatro ventos Que assim eu seria tão feliz. Demorara, mas sentira Que, de um gole, a dor passara E agora a voz saíra E, sem chances de voltar, A coragem fez-se viva!

Querido querer

Queria poder te dizer O quanto eu queria poder te dizer Que meu coração pulsa forte ao te ver Que o teu sorriso me faz esquecer Todos meus problemas... todos meus problemas... Queria ficar com você Ah, como eu queria ficar com você Olhar nos teus olhos, desaparecer Beijar tua boca, sentir teu querer Sozinhos apenas... Sozinhos apenas... Queria te dar meu viver Com todas as forças, te dar meu viver Abraçar-te forte e, em ti, me prender Entrar nos teus sonhos e te oferecer Meus nobres poemas... meus nobres poemas...

Querer você

Quero te ter Não só em texto Mas no contexto Do meu querer Quero te ver Te dar um beijo Lamber teu queixo Te dar prazer Quero teu ser Bem do teu jeito Sobre meu peito Adormecer Em meu querer Em meu pretexto Saio do eixo Quero você

Na mesma moeda

Dou-te assim coração Tanta a emoção Solidão me devora Tarda já nesta hora A ti, me entregar Meu olhar, meu olhar Meu querer precioso E um beijo gostoso Que, em minha memória, Mais valia que a glória De então desejar Teu presente presente Ardiloso e ardente Que me tarda a chegar Esperar, esperar Esconder-me em copas Só porque não me topas Nem me aceitas no jogo Joga os dados no fogo Vem, me tomas em queda Pago em mesma moeda