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Autor

Olá,

Sou Isaque, mas pode me chamar de Ikee.

Gosto muito de escrever poesias, histórias e qualquer outra coisa que eu possa criar, sem me prender às regras do mundo e podendo usar a minha imaginação.
Na verdade, nunca fui bom escritor. Era um péssimo redator no colégio, mas acredito que minha habilidade tenha melhorado desde então. 

Minha primeira poesia foi escrita no ensino fundamental (talvez 6ª série, não lembro) e não sei se realmente pode ser chamada de poesia (infelizmente, se perdeu nos meus antigos cadernos). A que iniciou a série de escritas poéticas foi "Ser Grato" no 1º Ano do Ensino Médio. Após elogios da professora e da turma, comecei a gostar de poesias.

Após o período colegial, a poesia que iniciou "Meus Primeiros" foi "Lembranças de Uma Amizade". Gostei tanto desta poesia que tempos mais tardes fiz continuação para ela. Esta poesia me marcou muito, pois, a partir dela, pude perceber que eu poderia expressar-me livremente em uma poesia, mostrando meus sentimentos, o que é complicado fazer no mundo real.

Não tenho muita coisa para falar sobre mim, mas espero que minhas poesias falem por mim. Não espero que gostem ou que desgostem delas. Apenas espero que sintam o que ela passa. Nem sempre elas têm um ou outro sentido. Às vezes, elas têm vários, outras vezes, nenhum.

Saudações cordiais,

Ikee

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Preso em teu olhar

Um olhar não se repete
Mesmo que este demore
Eles nunca são iguais
Nunca são do mesmo jeito

Guardo a saudade no peito
De um olhar que não vem mais
Essa dor faz que eu implore
A lembranças me remete

Teu olhar, em mim, compete
Faz com que eu te namore
E com desejos demais
Meu destino, já aceito

Dou-te todo meu respeito
E com ele, tu te vais
E apesar que em mim more
Meu olhar não mais reflete

A Lágrima

Se olhares bem no fundo dos meus olhos,
Poderás ver meu espelho, minha lágrima.
Que flutua na solidão do meu ser
Desejosa por molhar tua boca lágrima.

Solitária, ela espera muito tempo
Uma hora, duas, dez... quiçá lágrima.
Porém vale esperar para te ver.
Só de olhar dentro de ti, meu olho lágrima.

Não te posso enxergar tão bem assim.
Mas também não é tão mal. É meio lágrima.
Já passaste. Foi tão rápido. Nem te vi.
Lá se foi mais uma vez. Digo: Que lágrima!

Lágrimas de desejo

No meu rosto escorre
Uma gota de desejo
Por querer tanto teu beijo
E não poder te provar

O teu gosto dorme
No fundo do meu bocejo
Cada vez que aqui te vejo
E fico a te admirar

O meu pulso corre
Como raios num lampejo
Demonstrando meu fraquejo
Por teu belo provocar

O meu tempo morre
E deságuo em teu cortejo
Mesmo em lágrimas, velejo
Re-sonhando te encontrar

Ah, manda!

Ela já manda em meu coração
Ah, manda! Com muita emoção
Tão quanto se possa imaginar
Já me faz sorrir. Já me faz chorar

Ela já tem o controle de tudo
Me faz falar ou me deixa mudo
E mesmo sem nunca ter visto
A pensar nela, eu sempre insisto

Também já manda no meu amor
Um novo e com tanto furor
Que é tão diferente para mim
Que até parece não ter fim

Um ser tão pequenino
Que já tem esse domínio
A vida está apenas começando
E já vem ao mundo mandando

Pequena, já amada
Você é a esperada
Neste mundo, você é quem manda
Minha amada, minha Amanda

E Daí?

Mas eu sou teu irmão!
E Daí?
Onde estava então que não te vi?
Segurei tua mão. Te segui até aqui.

Mas se for só impressão?
E Daí?
Eu não quero dizer não para o que senti!
Se isto tudo é ilusão, deixe-me iludir!

Não consigo explicação!
E Daí?
Te sentir o coração me faz sorrir!
Em meio a essa escuridão, és meu luzir!

É verdade! Tens razão!
E Daí?
Esta é nossa opção. Traçaremos o que há por vir!
Temos nossa solução. Vamos já nos divertir!