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O Poeta das Pedras

Do barro, faço canção
Da pedra, faço poesia
Mas não posso tirar a dor
Que sinto por não poder gritar

Ninguém em minha visão
Que outrora dicernia
Falo às rochas meu amor
Faço, aos montes, escutar

Minha boca, minha mão
Idioma, fantasia
Chão de seixos, crio flor
Tente então me decifrar

Ó rochosa multidão
A quem verso todo dia
Segue-me aonde for
Para não sozinho estar

Comentários

Anônimo disse…
Nossa...

Tive a impressão de uma solidão desesperada... Oo

Parece com a frase "Não há grito maior que o silêncio..."

Está ficando cada vez mais poético hein...

Kkkk

Abraço!
Larissa disse…
Solidão[2]...se for ajudar, já estou te seguindo...xD
Gosto um pouco mais a cada novo texto.
Beijos... =**
Isaque Bressy disse…
Valeu galera!
Com vocês me seguindo, não me sinto sozinho! rsrs... pelo menos, não sinto esse tipo de solidão! rs...
Obrigado pelos elogios. Eles me fazem melhorar a cada post.
Gosto de diversificar os temas (apesar da característica intrínseca ao meu ser), dependendo do meu estado de espírito...
Vou ver se vejo inspiração em outras coisas para não contaminar mais gente com esses sentimentos...
A Solidão é uma grande característica em muitas de minhas poesias... se derem uma passeada pelo início da coletânea "Meus Primeiros" encontrarão muita coisa que retrata esse sentimento...

Agradeço a uma amiga que cunhou-me com o termo "Poeta das Pedras". A idéia dessa poesia veio daí.

Agradeço mais uma vez os elogios...
Beijos,

Ikee
~ * Tai * ~ disse…
caramba...
Encantador seu poema...
gostei mesmo! =]

bjoss
Marcos Jorge disse…
O poema tá muito massa, mas eu gostei ainda mais do título:

"O poeta das pedras"

Abraço
Isaque Bressy disse…
Valeu galera!
Fico muito feliz que estão gostando do meu trabalho!

Obrigado!

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